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Macaco-prego

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Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe:
Mammalia
Ordem: Primates
Família: Cebidae
Género:
Cebus
Espécie:
C. apella
Nome científico: Cebus apella


Descrição
Cebus (do grego kébos, macaco de cauda longa) é um gênero de macacos do Novo Mundo, pertencente à família Cebidae, que compreende as espécies designadas vulgarmente como 'macacos-pregos' (espécies com
topete) e 'cairara' (espécies sem topete). Os membros deste gênero são encontrados na América Central e América do Sul.

São macacos de tamanho médio, robustos, que apresentam moderado dimorfismo sexual, podendo atingir os 30 a 56 cm de comprimento (com cauda que pode chegar a ser do mesmo comprimento do corpo) e pesar de 2,5 a 5 kg. A coloração da pelagem do corpo varia muito entre as espécies e mesmo dentro delas, variando desde amarelo-claro até o marrom-escuro. As extremidades (membros e cauda) são sempre mais escuras. Quando jovens, a coloração do pelo pode ser um pouco mais clara.

São quadrúpedes arbóreos na maior parte do tempo, mas descem ao solo frequentemente em vegetações mais abertas. Usam a cauda semi-preênsil como auxiliar na sua movimentação.

Vivem em grupos que podem ter mais de 50 indivíduos, mas em geral os grupos tem entre 20 e 30 macacos.

Os macacos-prego são considerados os primatas mais inteligentes das Américas. É o único primata neotropical que, frequentemente, utiliza ferramentas em ambiente natural. As ferramentas mais comuns são pedras utilizadas para quebra de frutos encapsulados (cocos). Também utilizam varetas para capturar larvas de insetos e mel de ocos de árvores e pedras para cavar o solo em busca de raízes comestíveis.

Existem relatos de que são capturados por tipo de gavião chamado gavião-pega-macaco ou uiraçu-falso (Morphnus guianensis). Outros tipos de predadores são: cobras da família da jiboia, águias como a harpia e alguns felinos de porte maior que ele.


Alimentação

Alimentam-se de frutos, nozes, sementes, flores, insetos, ovos e pequenos vertebrados.


Reprodução

Ocorre uma vez ao ano, com uma única cria (gêmeos são raros), cujo período de gestação é de cerca de 5,5 meses.

Os filhotes têm peso de cerca de 260g. Os machos atingem a maturidade sexual com cerca de 5 anos, e as fêmeas com 4 anos.


Conservação

Essa espécie ainda não está ameaçada, devido a sua grande extensão de ocorrência e seu comportamento altamente adaptável a diversos ambientes.

Distribuição Geográfica e Habitat

Vivem em uma grande variedade de biomas, desde a Caatinga e o Cerrado, até a Mata Atlântica e a Floresta Amazônica. Nos ambientes mais fechados são arborícolas, mas no Cerrado e na Caatinga, descem frequentemente ao solo.
A maior parte da distribuição da espécie ocorre no Brasil, do litoral do nordeste ao centro-oeste do país, mas podem ocorrer nas florestas da Bolívia também.

Bugio

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Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe:
Mammalia
Ordem: Primates
Família: Cebidae
Género:
Alouatta
Espécie:
A. guariba
Nome científico: Alouatta guariba


Descrição
O bugio (também conhecido por guariba, barbado ou macaco-uivador) está entre os maiores primatas neotropicais, com comprimento de 30 a 75 centímetros. Sua pelagem varia de tonsnegro nos machos e marron claro nas fêmeas.


Ele é famoso por seu grito, que pode ser ouvido em toda a mata, e pela presença de pêlos mais compridos nos lados da face formando uma espécie de barba.A voz do bugio é marcante (serve, entre outras utilidades, como defesa porque espanta o inimigo). Possui larga expansão do ângulo da mandíbula e grande dilatação do osso hióide - entre a laringe (tubo cartilaginoso da garganta) e a base da língua -, o qual funciona como caixa de ressonância. Essa caixa amplifica a voz do bugio como a caixa do violão amplifica o som de suas cordas.
O som emitido é rouco e forte, podendo ser ouvido a longas distâncias.
Outra característica marcante dos bugios é a presença de uma espessa barba que rodeia a face, nos machos ela é mais evidente. Possuem cinco dedos providos de unha, olhos grandes com pálpebras bem desenvolvidas e posicionados à frente da face.

Os membros são curtos e fortes. A cauda preênsil, longa e peluda, sendo a parte terminal, do lado interno, nua, é usada como quinto membro. A posição do grande polegar oponível, tanto nos pés como nas mão, facilita a locomoção nas árvores e a manipulação do alimento.
É de hábitos diurnos e crepusculares; é social, formando pequenos grupos de 2 a 12 indivíduos, formados por ambos os sexos e idades variadas, liderados por um macho adulto.

O som emitido serve, além da defesa, para delimitar território e pode ser ouvido no meio da floresta a grandes distâncias.
Geralmente é o líder do grupo que uiva e só de vez em quando os outros machos uivam simultaneamente.

Passa a maior parte do dia descansando. Seus movimentos por entre as árvores são lentos e cuidadosos, raramente pulando de galho em galho.


Alimentação

Apresenta regime alimentar basicamente vegetariano, alimenta-se dos frutos da canela, embaúba e do ingá; além de brotos, sementes, folhas, a base de bromélias (parte nova da planta) e, às vezes, insetos.
O macho vigia enquanto o grupo se alimenta.


Reprodução

Os nascimentos ocorrem em todas as estações do ano e após um período de gestação de aproximadamente 140 dias, nasce apenas um filhote, que fica agarrado às costas da mãe durante os primeiros meses de vida. quase sempre nasce um filhote por parto, que anda grudado nas costas da mãe por algum tempo.

Habitat e Distribuição Geográfica

O
Alouatta guariba é a espécie de bugio que habita a Mata Atlântica, desde o sul da Bahia (subespécie Alouatta guariba guariba) até o Rio Grande do Sul, chegando ao norte da Argentina, na região de Misiones (Subespécie Alouatta guariba clamitans).

As duas subespécies constam na lista do Ibama como criticamente em perigo e vulnerável, respectivamente.

Hiena Gigante

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Reino:
Animalia
Filo:
Chordata
Classe:
Mammalia
Ordem:
Carnivora
Família:
Hyaenidae
Género:
Pachycrocuta
Espécies:
P. brevirostris
Nome científico:
Pachycrocuta brevirostris


A Hiena Gigante é a maior representante da família das hienas que já existiu, viveu durante o período Plesitoceno há aproximadamente 18 mil anos atrás no sul da Europa, leste da Ásia e norte da África, era muito robusta e forte, chegando a pesar o dobro das atuais hienas, sendo capaz de atacar e roubar as presas de enormes leões e tigres dentes de sabre e ainda quebrar e comer ossos de enormes elefantes, seu faro e sua audição eram muito aguçados, podendo sentir o cheiro de carne putrefata e ouvir animais a enormes distâncias e graças a suas pernas compridas e fortes chegar há esses animais em curtos períodos de tempo.


Carcaju

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Reino: Animalia
Filo:
Chordata
Classe:
Mammalia
Ordem:
Carnivora
Família:
Mustelidae
Género:
Gulo
Espécies:
G. gulo
Nome científico:
Gulo gulo


Descrição
O
glutão ou carcaju (Gulo gulo) é um mamífero da família dos Mustelidae, ordem Carnivora.
O carcaju é um animal onívoro, com uma componente importante de carne na sua dieta. Exteriormente assemelha-se a um pequeno urso com cauda. Tem focinho e pescoço curto e orelhas pequenas e arredondadas.

A pelagem é castanha fulva e negra, muito densa, impermeável e resistente ao frio. O carcaju pesa até 30 kg e mede em média 70 a 110 cm de comprimento, excluindo a cauda que chega aos 20 cm.
O carcaju é um animal tímido em relação ao homem, mas extremamente corajoso e agressivo nas relações com outros animais selvagens.

Os carcajus atacam animais presos em armadilhas e são conhecidos casos em que roubaram presas a matilhas de lobos e até a ursos polares.

Os glutões podem viver até aos 13 anos.


Alimentação

Carcajus comem ovos de pássaro, frutas vermelhas, e qualquer animal que consigam matar. Não havendo comida disponível, podem se alimentar da carcaça de animais mortos, e são capazes de roubar a isca de armadilhas deixadas por caçadores.


Ameaças

Embora tenham sido bastante numerosos no passado, o carcaju tornou-se um animal raro devido ao excesso de caça, movida por sua pele e também porque alguns o consideram uma praga.


Reprodução

A época de reprodução decorre durante o verão, mas a implantação dos embriões no útero é atrasada até ao início do Inverno.
A gestação só é bem sucedida se a fêmea tiver acesso a uma fonte abundante de alimentos.

As crias nascem na Primavera em ninhadas de 3 ou 4 e desenvolvem-se muito rapidamente. Ao fim de um ano, os juvenis adquirem o tamanho adulto e a maturidade sexual.


Habitat e Distribuição Geográfica

O carcaju é encontrado em florestas e e planícies abertas, desde o norte do Círculo Ártico até a fronteira entre Estados Unidos e Canadá.

Também aparece nas montanhas de Sierra Nevada, na Califórnia (EUA). É um animal noturno que nunca hiberna. Apesar de seus movimentos parecerem desajeitados, o carcaju pode se deslocar com muita rapidez.

Gazela-de-Thomson

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Reino: Animalia
Filo:
Chordata
Classe:
Mammalia
Ordem:
Artiodactyla
Família:
Bovidae
Género:
Gazella
Espécies:
G. thomsonii
Nome científico:
Gazella thomsonii


Descrição

A
gazela-de-thomson (Gazella thomsonii) é uma das espécies de gazela africana mais abundantes – vive em bandos de machos, de fêmeas e mistos, com cerca de 60 indivíduos, mas pode formar bandos gigantescos, com mais de mil indivíduos, ao migrar.

Elas podem correr a velocidades de 90km/h por cerca de quinze minutos e há registro de velocidades superiores a 100km/h, ao escapar de predadores, como o guepardo. As gazelas podem saltar verticalmente no ar.


A gazela-de-thomson tem listras pretas na face e no corpo, o que ajuda a disfarçar a silhueta do animal, dificultando que seja visto à distância. Os machos e as fêmeas têm chifres, mas os das fêmeas são mais curtos.
Embora seja uma das gazelas mais comum em sua escala, o tamanho da população não é grande devido ao seu alcance limitado. Gazelas Thomson frequentemente se reúnem com outros ungulados, como gnus e zebras e, geralmente, vivem e migram em rebanhos, com centenas ou milhares de outras gazelas.

A gazela é um item de presa favorita para o guepardo
Gazelas de Thomson de 51 a 60 cm (20 a 24) (fêmeas) 58 a 66 cm (23 a 26 polegadas) (machos) de altura e pesa 13-24 kg (lb 29-40) (fêmeas), 17-29 kg (sexo masculino). Eles têm pelagem marrom com branco e uma tarja preta distintiva. Seus chifres são longos e apontou com ligeira curvatura. A mancha branca em sua garupa estende-se por baixo da cauda, mas não mais.

Um erro por vezes é o erro de identificação das gazelas de Grant como gazelas. Embora alguns Grant's têm a tarja preta que atravessa os seus lados, o branco em sua garupa estende-se sempre acima da cauda.


Alimentação
Eles se alimentam de vegetação rasteira e capim. A maioria da água de que precisam vem do que eles comem.

Distribuição Geográfica e Habitat

Gazelas vivem em savanas da África e dos habitats de pastagem, principalmente na região de Serengeti Quênia e na Tanzânia, embora eles também podem ser encontrados na Etiópia, Somália e Sudão.


Macaco-aranha-preto-de-cara-vermelha

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Reino: Animalia
Filo:
Chordata
Classe:
Mammalia
Ordem:
Primates
Família:
Atelidae
Género:
Ateles
Espécies:
A. paniscus
Nome científico:
Ateles paniscus



Descrição

Macaco-aranha-preto-de-cara-vermelha (
Ateles paniscus) é um mamífero primata da família Atelidae, a espécie mais conhecida do gênero de Ateles. O macaco-aranha é o mais rápido e o mais acrobático dos mamíferos da floresta. Com rapidez quase imperceptível aos olhos, o macaco escapa de seus predadores.

Durante uma fuga, os machos ficam na vanguarda protegendo os demais do bando. Em meio a confusão, quando os filhotes não acham as mães, agarram-se a qualquer adulto e são ajudados por eles, passado o perigo, o bando retorna a sua rotina com se nada houvesse acontecido.

O macaco-aranha, também nomeado como quatá (coatá), praticamente privado do polegar, tem uma capacidade descomunal com a cauda. A cauda funciona com a força e a agilidade dos outros membros, podendo ser considerada uma quinta mão.

São primatas grandes com 50 a 62 cm de comprimento, com membros acentuadamente compridos e de estrutura esguia.
Cauda longa e preênsil com palma medindo entre 64 - 93 cm, que utiliza para locomoção e forrageamento. Pesam até 8 kg. A pelagem macia e negra, no focinho e ao redor dos olhos possuem pele nua cor-de-rosa ou vermelho-clara.


As vocalizações são variadas, eles a utilizam quando encontram comida e para manter o grupo unido.

Formam grandes grupos sociais (mais de 30 indivíduos) que ocupam preferencialmente os níveis superiores do dossel e nas árvores emergentes. São caçados para alimento e para se transformarem em xerimbabo (animal de estimação) pelos índios.


Alimentação

O macaco aranha alimenta-se dos frutos das árvores tropicais. Alguns cientistas associam a sua dieta frugívora ao padrão "desinquieto" de seu comportamento contrastando-se com espécies que se alimentam de folhas feito o macaco-barrigudo (Lagothrix lagotricha).

Reprodução Os indivíduos desse gênero possuem maturação sexual tardia e reproduzem-se vagarosamente, nascendo um filhote a cada 2 / 3 anos, além que a gestação demora aproximadamente 7 meses, nascendo um filhote, com 340 gramas.

Habitat e Distribuição Geográfica

Floresta Amazônica - Florestas altas, chuvosas, inundáveis ou em terra firme.


É encontrado nos estados de Amazonas, Pará, Amapá e Mato Grosso.

Cervo-do-pantanal

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Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe:
Mammalia
Ordem: Artiodactyla
Família: Cervidae
Gênero:
Blastocerus
Espécie:
B. dichotomus
Nome científico: Blastocerus dichotomus


Descrição
O cervo-do-pantanal (Blastocerus dichotomus) é um mamífero ruminante, da família dos cervídeos. É o maior veado da América do Sul.

Os cascos desse animal podem ficar completamente abertos e as duas metades em que eles se dividem se mantém unidas por uma membrana interdigital. Esses cascos evitam que o animal afunde no lodo.

Os machos adultos chegam a pesar 150 quilos. Tem coloração avermelhada, pernas pretas e uma galhada bifurcada, com cinco pontas em cada haste. É muito arisco e esconde-se durante o dia. À noite, vai para as clareiras em grupos de cinco ou mais para alimentar-se de capim, juncos e plantas aquáticas. O cervo frequentemente entra na água.

Os machos, ao contrário da maioria dos outros cervídeos, não lutam pela posse das fêmeas.


Embora sua carne não sirva para comer, o cervo-do-pantanal é caçado por causa do seu couro e da galhada.
Os índios da América do Sul preparam vários tipos de remédio com a galhada do cervo-do-pantanal, desde uma "poção do amor" até uma mistura para facilitar o parto.


Alimentação

Herbívoro. Alimenta-se de arbustos, leguminosas e, com grande frequência, a macrófita aquática ou camalote-da-meia-noite (Nymphaea spp).

Reprodução

O período de gestação é de aproximadamente nove meses, nascendo um filhote por ninhada.


Habitat e Distribuição Geográfica

Vive nas regiões pantanosas e ao longo das bordas das florestas do Brasil, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Argentina.


Tapiti (Coelho-brasileiro)

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Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem:
Lagomorpha
Família: Leporidae
Género: Sylvilagus
Espécie: S. brasiliensis
Nome científico:
Sylvilagus brasiliensis


Descrição
O tapiti (Sylvilagus brasiliensis), ou coelho-brasileiro, coelho-do-mato e candimba, é um mamífero lagomorfo, noturno, da família Leporidae.

Tal espécie mede entre 21 e 40 cm de comprimento, pesando até 1,25kg, É bem menor que a lebre européia (Lepus europaeus), com orelhas pequenas, estreitas e cauda muito reduzida. Tem coloração pardo-amarelado, mais escura no dorso e ventralmente mais clara.

Vive, em média, de 8 a 10 anos. Freqüenta as bordas de florestas densas, podendo ainda ser encontrados em banhados e margens de rios. É um animal de hábitos noturnos e durante o dia esconde-se em buracos ou tocas que ele mesmo cava, tendo uma área de ação reduzida.

Apesar de tratar-se de uma espécie de ocorrência freqüente há pouco anos, atualmente tornou-se escassa e somente observada em áreas protegidas, onde ainda existem florestas. Faltam estudos sobre os impactos da competição entre a lebre européia e o tapiti, por espaço e alimento, abrigo e área de reprodução.
A primeira, no entanto, é uma espécie naturalmente adaptada a áreas abertas, seus filhotes são nidífugos e tem áreas de ação maior que os tapitis. Em muitos aspectos, estas diferenças podem assumir significados vantajosos para a espécie exótica, com grande capacidade de adaptação, somadas ao fato de encontrar ambiente propício, com o desaparecimento das florestas, para dar lugar a campos de cultura e aumento de disponibilidade de alimento.


Alimentação

Alimenta-se de cascas, brotos e talos de muitos vegetais.


Reprodução

O período de gestação é de aproximadamente 30 dias, podendo ocorrer duas ninhadas anuais, com dois a sete filhotes que nascem com os olhos bem fechados, sem pêlos e dependentes.


A amamentação acontece num período de 3 semanas e, aos 4 meses, o coelhinho atinge a maturidade sexual.


Habitat e Distribuição Geográfica

Se distribuem desde o México até o Sul do Brasil (leia-se nos estados de Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul).

Habitam locais abertos com vegetação baixa e áreas cultivadas. Normalmente habita matas tropicais, bordas de matas, campos, cerrados, selvas e pastos próximos à água.



Ariranha

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Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem:
Carnívora
Família: Mustelidae
Género: Pteronura
Espécie: P. brasiliensis
Nome científico:
Pteronura brasiliensis


Descrição

A ariranha, lontra-gigante, lobo-do-rio ou onça-d'água
(Pteronura brasiliensis), é um mamífero mustelídeo, característico do Pantanal e da bacia do Rio Amazonas. A ariranha é a maior espécie da sub-família Lutrinae (as lontras) e pode chegar a medir cerca de 180 centímetros de comprimento, dos quais 65 compõem a cauda.

Os machos são geralmente mais pesados que as fêmeas e pesam até 26 kg. A ariranha têm olhos relativamente grandes, orelhas pequenas e arredondadas, patas curtas e espessas e cauda comprida e achatada. Os dedos das patas estão unidos por membranas interdigitais que facilitam a natação.
A pelagem é espessa, com textura aveludada e cor escura, excepto na zona da garganta onde apresentam uma mancha branca.
É uma espécie em perigo e a principal ameaça à sua sobrevivência é o desmatamento e destruição do seu habitat.

A poluição dos rios, principalmente junto de explorações mineiras causam vítimas entre as lontras que se alimentam de peixe contaminado por metais, que se acumulam nos peixes e mais intensamente ainda nas ariranhas que estão no topo da cadeia alimentar. Entre os metais o que mais freqüentemente contamina animais é o mercúrio, usado na extração de ouro.

Há também algumas perdas devidas a caça furtiva por causa da pele, que foi mais intensa no passado.


Ataques a Humanos
Ataques registrados de ariranhas são raros. Porém em 1977 um ataque resultou na morte do Sargento Silvio Delmar Hollenbach no Jardim Zoológico de Brasília, que atirou-se no recinto das ariranhas objetivando salvar um garoto que lá caíra, e apesar de ter concluído seu objetivo acabou morrendo dias depois, em virtude de uma infecção generalizada, causada pelas inúmeras mordidas.

Ressalta-se, no entanto, que a vítima entrou no recinto dos animais, que assim se sentiram encurralados, e sem possibilidade de fuga, atacaram. Na natureza, as ariranhas selvagens não demonstram agressividade em relação a seres humanos, e frequentemente se aproximam de embarcações por curiosidade, sem nenhum incidente registrado de ataques.


Alimentação

A ariranha vive e caça em grupos que podem chegar aos dez indivíduos e alimenta-se de
peixes, principalmente de caracídeos como a piranha e a traíra. Ingere-os sempre com a cabeça fora d'água, freqüentemente nadando pitorescamente para trás.

Em condições de escassez, os grupos caçam pequenos jacarés e cobras, que podem inclusive ser pequenas sucurís. No seu habitat, as ariranhas adultas são predadores de topo da cadeia alimentar.


Reprodução

Apenas a fêmea dominante do grupo se reproduz. A gestação dura 65-70 dias. No início da estação seca a fêmea dá à luz a uma ninhada de um a cinco filhotes, que ficam na toca durante os primeiros três meses de vida. No Parque Estadual do Cantão, os filhotes emergem da toca nos meses de outubro e novembro, que são o auge da seca, quando os lagos estão mais rasos e os peixes estão mais concentrados. Todo o grupo ajuda a cuidar dos filhotes e a capturar peixes para alimenta-los enquanto não aprendem a caçar por sí próprios.

As ariranhas permanecem no grupo em que nasceram pelo menos até atingir a maturidade sexual, entre os dois e os três anos de vida. Eventualmente deixam o grupo e saem em busca de um par para acasalar e formar seu próprio grupo. Em cativeiro, as ariranhas vivem até 17 anos. Os primeiros sucessos reprodutivos em cativeiro foram produzidos pela Fundação Zoológico de Brasília, onde os animais desfrutam de um ótimo recinto.

Habitat e Distribuição Geográfica
Originalmente a espécie ocorria em quase todos os rios tropicais e sub-tropicais da América do Sul. Atualmente encontra-se extinta em 80% de sua distribuição original.

Populações remanescentes ocorrem em áreas isoladas, principalmente no Brasil, no Perú e nas Guianas. No Brasil, os principais santuários conhecidos da ariranha são os rios Negro e Aquidauana, no Pantanal matogrossense, e o médio Rio Araguaia, em especial o Parque Estadual do Cantão, com seus 843 lagos.




Urso-negro

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Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem:
Carnivora
Família: Ursidae
Género: Ursus
Espécie: U. americanus
Nome científico: Ursus americanus



Descrição
O
urso-negro (Ursus americanus) é um urso norte-americano, encontrado do Alasca ao Norte do México. Pode chegar a até 1,8 m de comprimento e 270 kg. Possui a pelagem geralmente de cor negra, chocolate ou canela. Algumas subespécies estão ameaçadas de extinção. Desde pequeno, o urso-negro tem grande habilidade para subir em árvores e montanhas.

É principalmente um habitante da floresta, mas sua pelagem espessa permitiu que se dispersasse para o norte até os limites da tundra. No inverno, hiberna em uma toca, geralmente um oco sob uma árvore caída, dentro de um tronco toco ou em uma toca abandonada.


O urso-negro costuma se alimentar com frutos silvestres no outono, a fim de acumular gordura para hibernar. Logo ele procura um abrigo adequado à hibernação, durante a qual a temperatura do corpo, os batimentos cardíacos e a taxa respiratória diminuem para poupar energia.


A esperança média de vida na natureza é de 18 anos. A idade do registro de um espécime selvagem foi de 31 anos, enquanto que em cativeiro é de 44 anos.


Alimentação

A aparência do urso-negro é a de um animal grande e feroz, no entanto, 70% de sua dieta consiste de material vegetal - frutos, nozes, gramíneas, raízes e seiva de árvores. Também se alimenta de carne, principalmente de camundongos e peixes.

Gosta de vasculhar os depósitos de resíduos do homem.


Reprodução

As fêmeas costumam produzir suas primeira ninhada na idade de 3-5 anos. O período de reprodução ocorre normalmente no período de junho-julho, apesar de que pode se estender a agosto, em escala da espécie do norte.

O período de reprodução tem a duração de 2-3 semanas.
O período de gestação dura 235 dias, e ninhadas nascem normalmente no final de janeiro a início de fevereiro. As ninhadas consistem geralmente de dois filhotes.
Ao nascer, os filhotes pesam 10-16 gramas, e mede 8 centímetros de comprimento.


Habitat e Distribuição Geográfica

É encontrado do Alasca ao Norte do México, se distribuindo por quase todo continente norte-americano, habitam áreas florestais em grande parte, mas deixe as florestas em busca de alimento.

Chinchilla de cauda longa

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Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem:
Rodentia
Família: Chinchillidae
Género: Chinchilla
Espécie: C. laniger
Nome científico: Chinchilla laniger



Descrição
Originária da América do Sul, das terras altas dos Andes.
Na Natureza, a Chinchila está praticamente extinta.
O elevado valor que a sua pele atinge nos mercados internacionais, levou a que este pequeno animal fosse capturado até à exaustão.
Restam, portanto, duas vias através das quais se tem mantido a sobrevivência destes animais.

Uma, que é a sua criação para produção de pele, a qual não comentamos, mas que tem o mérito de ir mantendo a espécie e evitando, ou pelo menos refreando, a continuação da caça selvagem. Outra, é a criação da espécie para a produção de animais de companhia, que é aquela que mais nos interessa.

As Chinchilas podem atingir os 30 cm, pesar 750 g e viver 18 anos.
Existem várias tonalidades de pêlo, a mais corrente é a cinzenta.
Clima em que as chinchila vivem é bastante duro com temperaturas subindo durante o dia para até 30 ° C em uma sombra e caindo para 7 ° C à noite (ou abaixo de zero no inverno).


Como Animais de Extimação

A Chinchila é um bom animal para ter em casa, manso, limpo e carinhoso. No entanto, necessita de alguns cuidados especiais.
O espaço onde a Chinchila vai habitar deve ser arejado e limpo todos os dias.Quanto mais simples for a caixa, melhor.
Não precisa, nem deve, ter paninhos nem palhas. O fundo pode ter areão semelhante ao dos gatos, ou serragem.

As Chinchilas lidam muito mal com o calor, pelo que, sempre que a temperatura ambiente suba acima dos 26/28º, é necessário encontrar um local mais fresco onde colocar o animal.

Deve haver sempre água limpa em abundância para a Chinchila beber, de preferência em bebedouro com esfera rotativa.

Pode deixar a sua Chinchila dar uns passeios à solta pela casa, mas vigie-a sempre, pois como roedor que é, vai aproveitar para "provar" os fios eléctricos e os móveis.
Evite que este passeio se dê na presença de gatos ou cães, que vão tentar atacá-la, quanto mais não seja pela sua curiosidade natural.

Como todos os roedores, necessita de um tronco de madeira bem rija e resistente, onde possa afiar os dentes, que pode adquirir numa loja de animais para esse fim.

Alimentação
A sua alimentação deve passar por alfafa e ração, que poderá encontrar numa loja de animais, já com a introdução de todos os nutrientes necessários.

Reprodução
A sua reprodução em cativeiro é extremamente fácil, e as Chinchilas gostam de companhia, a opção é sua...


Habitat e distribuição Geográfica

Originária da América do Sul, das terras altas dos Andes, desde o norte peru
e ao Chile.


Morcego-de-asa amarela

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Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem:
Chiroptera
Família: Megadermatidae
Género: Lavia
Espécie: L. frons
Nome científico: Lavia frons


Lavia frons é uma espécie de morcego da família Megadermatidae. Pode ser encontrada na África equatorial. É a única espécie do gênero Lavia.

O morcego-de-asa Amarela é uma das cinco espécies de morcego vampiro falso (família Megadermatidae ) da África. O morcego com asas amarelas usa a ecolocalização para detectar pequenos insetos voando pelo ar. Sua audição, aguda e altamente adaptada e lhes permite ouvir as ondas de alta freqüência que saltam do inseto.

Ecolocalização funciona usando ondas de alta freqüência que o ouvido humano não pode ouvir.
O morcego irá enviar para fora da onda do seu nariz (isso dá-lhe a frequência de alta frequência), onde irá viajar através do ar e ser ricocheteada de volta para o morcego quando atinge algo como uma árvore ou de insetos.

Eles podem trabalhar fora o tempo de toque para a onda de alcançá-los para julgar o tamanho, forma, posição e distância do objeto.


É encontrado em Benin , Burkina Faso , o Burundi , Camarões , República Centro-Africano , Chade , República Democrática do Congo , Costa do Marfim , Eritreia , Etiópia , Gabão , Gâmbia , Gana , Guiné-Bissau , Quénia , Malawi , Mali , Níger , Nigéria , Ruanda , Senegal , Serra Leoa , Somália , Sudão , Tanzânia , Togo , Uganda e Zâmbia.

Seu habitat natural são várzea florestas úmidas e savanas e florestas tropicais ou subtropicais
.



Tigon

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Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnivora
Família: Felidae
Género: ?????
Espécie: ?????
Nome científico: ?????

Outros nomes: Tigon


O Tigon é um cruzamento híbrido entre uma leoa e um tigre macho. O Tigon não é tão comum como o ligre, no entanto, no final do século XIX e início do século XX, os Tigon eram mais comuns que os ligres. Podem exibir características de ambos os pais: podem ter pintas da mãe (leões têm o gene das pintas – as crias leão são pintadas) e riscas do pai. A juba do Tigon irá ser mais curta e discreta que a do leão e mais similar ao tufo do tigre.

É um erro pensar que os Tigon são menores que leões ou tigres. Não ultrapassam o tamanho dos seus progenitores porque herdam o gene inibidor do crescimento da mãe leoa e do pai tigre mas não apresentam nenhum tipo de nanismo ou miniaturização; muito frequentemente pesam aproximadamente 180 kg.


A relativa raridade de Tigons é atribuída ao fato dos tigres machos acharem o comportamento de acasalamento da leoa demasiado sutil e escapam-lhes algumas pistas sobre o interesse dela em acasalar. No entanto, as leoas são ativas e desenvoltas em solicitar o acasalamento, pelo que a atual raridade dos tigons deve-se ao fato de serem menos impressionantes em termos de dimensões do que os ligres, abaixando o valor de novidade.

Há um século atrás, os Tigon eram mais comuns que os ligres. Gerald Iles, na obra At Home In The Zoo (1961) conseguiu obter 3 Tigon para o Belle Vue Zoo de Manchester, mas escreveu que nunca tinha visto um ligre. Atualmente há um número significativo de Tigon a serem criados na China.

Urso-malaio

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Reino: Animalia
Filo:
Chordata
Classe:
Mammalia
Ordem:
Carnivora
Família:
Ursidae
Gênero:
Ursus
Espécie:
U.
malayanus
Nome científico:
Ursus malayanus

Descrição
O urso-malaio é um urso do Sudeste asiático. Possui até 1,4 m de comprimento e pelagem curta e negra. É o menor dos ursos. Também é conhecido pelo nome de urso-dos-coqueiros.

Tendo a habilidade de ser bom alpinista, ele utiliza a língua comprida e suas garras para apanhar frutas e mel.


Tem aproximadamente 1,2 m (4 pés) de altura, tornando-o menor membro do urso (Ursidae) da família. Machos tendem a ser 10-45% maior do que as fêmeas ; o primeiro normalmente pesam de 30 e 60 kg entre (66-132 lb), eo segundo entre 20 e 40 kg (44-88 lb).


Ao contrário de outros ursos, o urso-malaio tem o pêlo curto e lustroso. Esta adaptação é provavelmente devido ao clima de várzea que habita. pele preta ou marrom-escuro preto cobre seu corpo, exceto no peito, onde há uma pálida laranja - amarelo de marcação em forma de ferradura.


Alimentação

A dieta do urso-malaio é composta principalmente de invertebrados e frutos , mas como são onívoros, eles vão comer uma grande variedade de alimentos, incluindo pequenos vertebrados , como lagartos , pássaros e tartarugas , ovos , os brotos das jovens palmeiras , ninhos de abelhas , as bagas , brotos , raízes e cocos.

De fato, os urso-malaio têm sido observados comendo mais de 100 espécies de insetos e mais de 50 espécies de plantas.
Sua poderosa mandíbula pode quebrar cocos. Suas longas garras poderosas são usados para arrombar troncos de árvores e troncos caídos para acessar mel, larvas e cupins.

Grande parte do alimento deve ser detectado utilizando seu afiado senso de cheiro , como visão é fraca.


Reprodução

O urso-malaionão hibernam e, como resultado, pode-se reproduzir o ano todo. As crias atingem a maturidade sexual depois de 3-4 anos e pode viver até 30 anos em cativeiro.

Uma fêmea pode produzir de 1-2 filhotes por ano. ursos-malaio passam por um período de gestação de aproximadamente 96 dias depois que o filhote de 300 a 400g nasce cego e sem pêlos. O filhote inicialmente é totalmente dependente da mãe e amamentação pode continuar por cerca de 18 meses. Após 1-3 meses, o filhote de jovens podem correr, brincar e forragem perto de sua mãe.

Ursos machos ficam maiores que as fêmeas. As fêmeas são observadas para acasalar com cerca de 3 anos. Durante a época de acasalamento, os urso-malaio mostram o comportamento, como o combate abraçando, zombam e balançando a cabeça com a sua companheira.


Habitat e Distribuição Geográfica

É um urso encontrado principalmente nas florestas tropicais do sudeste da Ásia , Bangladesh , Myanmar , Tailândia , Laos , Camboja , Vietnã , no sul da China , Malásia peninsular , e as ilhas de Sumatra e Bornéu.

Iaque

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Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Artiodactyla
Família: Bovidae
Subfamília: Bovinae
Género:
Bos
Espécie:
B. grunniens
Nome científico: Bos grunniens


Descrição
O Iaque (
Bos grunniens) é um bovino de pelagem longa encontrado na região do Himalaia, no sul da Ásia Central, Qinghai, no Planalto do Tibete, até à Mongólia, a norte.

Além de uma grande população doméstica, há uma população pequena e vulnerável de iaque selvagem. Em Tibetano, a palavra gyag refere-se só ao macho da espécie; uma fêmea é um dri ou nak. O resultado do cruzamento de um iaque com o zebu é conhecido como "chauri".


Iaques são animais de rebanho. Os iaques macho selvagens podem atingir 2,2 metros de comprimento, as fêmeas aproximadamente um terço daquele tamanho, e iaques domesticados 1,6-1,8 metros. Ambos os tipos têm o pêlo longo e desgrenhado para isolá-los do frio.

Os iaques selvagens podem ser marrons ou pretos. Os domesticados também podem ser brancos. Tanto os machos como as fêmeas têm chifres.


Os iaques podem viver mais de 20 anos.
A fisiologia dos iaques é bem adaptada à grande altitude, tendo pulmões e coração maiores do que o gado encontrado em altitude mais baixa, e também maior capacidade para transportar o oxigênio através do seu sangue. Muitos iaques selvagens são mortos pelos Tibetanos pela sua carne; hoje em dia são uma espécie vulnerável.

Alimentação

Os iaques comem gramas, líquens e outras plantas.


Reprodução

As fêmeas podem conceber com 3-4 anos de idade, parem de Abril à Junho cada dois ou três anos, ao que parece dependendo da provisão alimentar. O período de gestação é de aproximadamente nove meses.
Os bezerros são desmamados em um ano e ficam independentes logo depois disso.


Habitat e Distribuição Geográfica

Encontrado na região do Himalaia, no sul da Ásia Central, Qinghai, no Planalto do Tibete, até à Mongólia, a norte.
O seu habitat são terrenos elevados sem árvores como colinas, montanhas e planaltos entre cerca de 3,200 m (10,500 pés) e 5,400 m (18,000 pés).

Búfalo-vermelho

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Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Artiodactyla
Família: Bovidae
Subfamília: Bovinae
Género: Syncerus
Espécie: S. caffer
Subespécie: S. caffer nanus
Nome científico: Syncerus caffer nanus



Descrição
O búfalo-vermelho pode atingir mais de 3,00 metros de comprimento e 1,60 metros de altura.

Um macho adulto pode atingir os 700 quilos, já as fêmeas são de menor dimensão e peso.
Cerca de 20 anos em estado selvagem, perto de 30 em cativeiro.


Na natureza, os leopardos é seu principal predador .


Alimentação

Erva e capim
, ramos e brotos jovens.

Estado de conservação

Pouco preocupante


Gestação e maturidade sexual

A maturidade sexual destes animais acontece depois dos 3,5 anos.
A gestação dura cerca de 9 meses findo o qual nasce normalmente uma cria. Os partos múltiplos são raros.


Distribuição

África Central e Ocidental em áreas pantanosas e em florestas tropicais.

Espécie frequente em Angola, embora em alguns locais do país corra o risco de desaparecer por causa dos caçadores clandestinos.