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Elefante-marinho

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Macho


Fêmea


Jovem



Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem:
Carnivora
Família: Phocidae
Género: Mirounga
Espécie: M. leonina
Nome científico: Mirounga leonina


Descrição
O elefante-marinho (Mirounga leonina) é a maior das focas
O dimorfismo sexual é muito marcante: os machos são de 3 a 4 vezes maiores que as fêmeas.

Os maiores podem pesar até 4 toneladas e medir mais de 6 metros, mas, geralmente, os machos têm cerca de 2 toneladas e 4 metros, ao passo que as médias das fêmeas são de 500 kg e 2,70m.
As narinas se desenvolvem entre os machos dominantes na forma de trompas, uma particularidade que dá origem ao nome elefante-marinho.
Esta trompa (ou probóscide) fica evidente e se expande para formar uma caixa de ressonância quando o animal se irrita ou ruge para afirmar sua autoridade.


Os olhos são grandes, redondos e negros. O tamanho dos olhos gera uma grande concentração de pigmentos adaptados a favorecer a visão ou favorecer a luminosidade, tornado possível indicar os melhores caminhos para a captura de presas em profundidade. Como todas as focas, os elefantes-marinhos têm os membros posteriores atrofiados e as extremidades são desenvolvidas para formar a nadadeira caudal.
Cada um dos "pés" pode ser bem diferenciado e pode se desdobrar para mostrar os cinco dedos de sua palmura, uma membrana dupla, muito ágil, que facilita a propulsão aquática. O animal a utiliza geralmente em posição vertical, da mesma forma que os peixes. As nadadeiras peitorais são, ao contrário, pouco empregadas para o nado.
Os membros posteriores se tornaram impróprios a locomoção em terra e, por isso, os elefantes-marinhos utilizam os membros anteriores, que são nadadeiras bem desenvolvidas, para a locomoção sobre as praias, que lhes permitem se arrastar com mais mobilidade e são indispensáveis para a sua sobrevivência.
Os membros anteriores são capazes de favorecer desde curtas distâncias a movimentos rápidos, de forma a chegar ao mar, atrair as fêmeas ou de espantar os intrusos.

O deslocamento em terra pode chegar a 8km/h.
A cor das pelagens é mantida ao longo de suas vidas, sendo raras as alterações para cores como o cinza ou marrom, e acontecem de acordo com a espessura e umidade dos pêlos. Entre os machos mais velhos, adquire um aspecto de pele descolorida e várias cicatrizes geradas pelos combates com rivais.

Os elefantes-marinhos ficam corpulentos, o que os protege do frio e constitui também uma forma de sobrevivência ao ser uma forma de reserva energética ao longo de deslocamentos oceânicos ou períodos em terra.
As reservas de gordura variam conforme a estação climática e a idade fisiológica do animal. Elas podem caracterizar a insuficiência de recursos alimentares e influem sobre a capacidade de flutuabilidade de um indivíduo (os mais pesados tendem a voltar à superfície e os mais magros tendem a afundar).
A camada de gordura pode passar dez centímetros, um convite aos caçadores de focas em busca desse óleo. Assim como as demais focas, os elefantes-marinhos têm uma circulação sanguínea adaptada ao frio.
A particularidade é que a circulação é feita sobre a derme por uma mistura de pequenas veias em torno de artérias, o que reduz as perdas de calor. Esta estrutura é particularmente presente em lugares menos isolados do corpo, como as partes posteriores. Como vários outros membros da ordem dos carnívoros, os elefantes-marinhos têm "bigodes" sensíveis, as vibrissas. Eles permitem perceber as vibrações da água ou mesmo indicar áreas mais sombreadas e onde há mais visibilidade.

A esperança de vida média das fêmeas, que atingem a maturidade sexual aos 3-4 anos, é de cerca de 20 anos. Os machos só adquirem o estatuto de macho dominante por volta dos 8 e raramente vivem além dos 10-11 anos.
A população mundial compreende de 600 mil a 740 mil animais.

Alimentação

Alimentam-se de lulas e peixes

Reprodução
A época de reprodução dura apenas cerca de um mês no Verão do hemisfério onde vivem. Neste período as fêmeas concentram-se em colónias numerosas localizadas e praias separadas por haréns controlados por um macho dominante.

A fêmea dá à luz uma cria, que amamenta apenas durante este período sem nunca se afastar para se alimentar. Ao fim deste tempo, já fecundada de novo, a fêmea regressa ao mar abandonando o harém e as crias. Cada macho dominante tem que lutar contra invasões de vizinhos e tentativas de usurpação, ao mesmo tempo que tenta cobrir o maior número possível de fêmeas no seu território.

O stress da época de reprodução é tão grande para os machos que muitos deles morrem de exaustão no fim da estação.

Habitat e Distribuição Geografica
As subpopulações mais importantes são as do Atlântico Sul que envolvem 400 mil indivíduos, sendo que 350 mil se reproduzem na Geórgia do Sul. Outras colônias estão situadas nas Ilhas Malvinas até a Península Valdés na Patagônia argentina; Ilhas Sandwich do Sul, Ilhas Órcades do Sul, Ilhas Shetland do Sul, Ilha Bouvet e na Ilha de Gonçalo Álvares (do grupo da Ilha de Tristão da Cunha).

A segunda subpopulação, do sul do Oceano Índico, compreende no máximo 200 mil indivíduos, dos quais três quartos estão nas Ilhas Kerguelen e o restante nas ilhas Crozet, Marion (na África do Sul), Ilhas do Príncipe Eduardo e Heard.

Outros ainda se reproduzem na Ilha de Amsterdã.

A terceira subpopulação, de cerca de 75 mil elefantes-marinhos, é encontrada nas ilhas subantárticas do Oceano Pacífico ao sul da Tasmânia e Nova Zelândia, principalmente na Ilha Macquarie. Outras colônias podem existir na Tasmânia, Santa Helena e no Arquipélago Juan Fernández, no Chile.

Alguns indivíduos isolados da espécie chegam ao Brasil, África do Sul e Austrália. Outros também são encontrados nas Ilhas Maurício e nas Ilhas Reunião

Baleia-jubarte

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Reino: Animalia
Filo:
Chordata
Classe:
Mammalia
Ordem:
Cetacea
Família:
Balaenopteridae
Gênero:
Megaptera
Espécie:
M. novaeangliae
Nome científico:
Megaptera novaeangliae


Descrição
A baleia-jubarte (
Megaptera novaeangliae), também conhecida como baleia-preta, baleia-corcunda, baleia-xibarte, baleia-cantora ou baleia-de-bossa, é um mamífero marinho da ordem dos cetáceos que vive em mares do mundo todo. Os machos da espécie medem de 15 a 16 metros; as fêmeas, de 16 a 17. O peso médio é de aproximadamente 40 toneladas, sendo que o maior exemplar já visto possuía 19 metros.

O seu primeiro nome científico - "megaptera" justifica uma de suas principais características. Em grego, essa palavra quer dizer "grandes asas". E são justamente elas, as asas, que se destacam quando essas baleias saltam, soberanas, pelos mares do planeta.
As nadadeiras representam 1/3 do comprimento desses mamíferos. Assim, quando elevam o corpo toneladas acima da água, é como se quisessem provar que podem mais que a própria gravidade. O voo é de tirar o fôlego. Única em seu gênero, a jubarte tem a cabeça ligeiramente achatada e seu topo possui uma série de calombos ou nódulos, com minúsculos pêlos nas extremidades. Ainda não se sabe ao certo a função deles, mais intuiu-se que tenham alguma função sensorial.

Chama a atenção também a sua boca, longa e arqueada. Mas há duas curiosidades a serem assinaladas: embora não possuam orelhas, elas têm ouvidos (só é difícil de vê-los; ficam cerca de 30 cm atrás dos olhos) e as manchas brancas ou a ausência delas na nadadeira caudal funcionam como uma impressão digital (tanto que pode-se identificar um indivíduo através de fotos).
Os jovens alcançam a maturidade sexual aos cinco anos. Vivem, geralmente, de 40 a 50 anos.

Alimentação

Essencialmente krill (Euphausia superba), parecido com um camarãozinho transparente, que vive em imensos aglomerados, nos mares frios, que elas abocanham com água e tudo pelas barbatanas, filtrando de volta apenas a água. São de 800 a 1.200 kg de krill por dia.


Reprodução

As áreas de reprodução da espécie são tipicamente próximas a ilhas ou continentes e/ou associadas a ambientes coralíneos. A espécie se reproduz ao longo da costa nordeste do Brasil e o Banco dos Abrolhos é o maior berço reprodutivo do Atlântico Sul.

Os filhotes nascem com 3 a 4,5 metros e cerca de 1 toneladas. O leite das baleias tem alto teor de gordura (cerca de 40%), que fornece a energia necessária para o crescimento do filhote. Cada fêmea tem um único bebê, num intervalo de 3 anos.


Ameaças

Embora a caça à baleia esteja proibida, ela está em situação vulnerável porque a gestação ocorre apenas de três em três anos, com apenas um filhote por vez. Estima-se que existam hoje cerca de 25 mil jubartes no mundo. Antes, esse número chegava a 150 mil.

Vale dizer que o krill, seu único alimento, não existe na costa brasileira. As jubartes praticamente jejuam na temporada de acasalamento e procriação, que ocorre em águas tropicais.
É uma espécie protegida desde 1967 e, em 2008.

Habitat e Distribuição Geográfica
A baleia-jubarte pode ser vista em todos os oceanos, entre as latitudes 60ºS até 65ºN. É uma espécie migratória, que passa os verões nas águas frias de latitudes mais altas e que se reproduz em climas tropicais ou subtropicais. Percorrem distâncias de mais de 25.000 km ao ano, sendo recordistas entre os mamíferos.

Como exceção as populações do Golfo Pérsico não são migratórias e permanecem em suas águas quentes o ano todo. Não há jubartes no Mar Báltico, nem no Oceano Ártico, nem na parte mais oriental do Mediterrâneo.




Peixe-boi marinho

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Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe:
Mammalia
Ordem: Sirenia
Família: Trichechidae
Género: Trichechus
Espécie: T. manatus
Nome científico:Trichechus manatus

Descrição
O peixe-boi-marinho chega a medir 4,5 metros de comprimento e pesar 1.590 kg. Bastante semelhante ao peixe-boi-da-amazônia, sobretudo em comportamento, o
Trichechus manatus (peixe-boi-marinho) também se movimenta em gestos lentos e normalmente é visto sozinho ou em grupos de até seis indivíduos.

Com o mesmo corpo robusto e pesado, tem cauda achatada, larga e disposta de forma horizontal. A cabeça é pequena, sem um pescoço definido, e exibe dobras e rugas.
A pele geralmente é cinza ou marrom, com manchas esverdeadas devido à presença de algas.

O Brasil tem o privilégio de possuir em suas águas doces e salgadas, duas das quatro espécies da ordem Sirenia: o peixe-boi-marinho e o peixe-boi-da-amazônia.
Tanto que ambas possuem uma área de ocorrência comum: as águas tranquilas próximas a manguezais para o acasalamento e o parto.
O peixe-boi-marinho vive cerca de 50 anos.

Alimentação

Alimenta-se de plantas aquáticas, algas e partes da vegetação de mangues.


Reprodução

A fêmea tem geralmente um filhote a cada três anos, sendo um ano de gestação e dois anos de amamentação.

Conservação
As duas espécies estão sob ameaça de extinção e até o início da década de oitenta não havia esforços institucionais para a pesquisa e a sua conservação no País.


Habitat e Distribuição Geográfica

A costa e estuários de regiões tropicais e subtropicais desde o litoral dos Estados Unidos até o Nordeste do Brasil.


No Brasil, o peixe-boi-marinho habitava do Espírito Santo ao Amapá, porém devido à caça, desapareceu da costa do Espírito Santo, Bahia e Sergipe.

Foca monge do Caribe

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Reino:
Animalia
Filo: Chordata
Classe:
Mammalia
Ordem: Carnivora
Família: Phocidae
Género: Monachus
Espécie: M. tropicalis
Nome científico: Monachus tropicalis



A foca monge do Caribe foi a única espécie que foi conhecido como nativo do Mar das Caraíbas e do Golfo do México. É também a única espécie a ser diretamente extinta devido a causas humanas. Foi declarada oficialmente extinta apenas no ano de 2008, em 6 de junho de 2008, embora o último registro de avistamento gravado foi feita pelo Banco Serranilla entre Honduras e Jamaica, em 1952. A sua eventual extinção, interposto pela interferência humana, se deve ao consumo da carne.

A foca-monge caribenha é monotípica (não tem subespécies). Segundo Kenyon e Rice (1959) poderia a foca-monge do Havaí (Monachus schauinslandi) ser uma subespécie da foca-monge caribenha.
A foca-monge caribenha, foi o primeiro mamífero novo mundo a ser descoberto por Cristóvão Colombo e sua empresa na costa de Santo Domingo em 1494. Ele aparece na conta de segunda viagem "Colombo à América. Columbus prontamente ordenou sua tripulação para matar oito dos animais, que ele chamou de "lobos do mar", para o alimento, abrindo o caminho para a exploração das espécies por imigrantes europeus que vieram em seu rastro.
Desde então, a abundante juntas uma vez ter sido caçado por seu óleo e abatidos pelos pescadores, que consideravam os animais como concorrentes.


Os machos são pensados para ter alcançado um comprimento de 2,1 a 2,4 metros e pesar até 200 kg. Resultados de dimorfismo sexual, as fêmeas dessa espécie foram geralmente menores que os machos. Esta espécie tem rolos de gordura ao redor de seu pescoço. As costas dos selos adultos foram marrom com um tom de cinza. A parte inferior era amarela pálida, como era o focinho. A planta dos pés e palmas das mãos estavam nus, com as unhas nos dedos anterior bem desenvolvida.
A pele do recém-nascido foi longa e escura. Evidências sugerem que os filhotes estavam pesando entre 16 e 18 kg, medindo até 1m de comprimento.

Beluga

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Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe:
Mammalia
Ordem: Cetacea
Família: Monodontidae
Género:
Delphinapterus
Espécie:
D. leucas
Nome científico: Delphinapterus leucas


Descrição
A baleia-branca ou beluga (Delphinapterus leucas) é um mamífero cetáceo da família Monodontidae. O seu parente mais próximo no grupo dos cetáceos é o narval.
As baleias-beluga, provavelmente, vivem cerca de 25 a 30 anos.

São caçadores oportunistas, e comem uma grande variedade de peixes, lulas, crustáceos e polvos.

A baleia-branca é um animal gregário que mede até 5 metros de comprimento e pesa até 1,5 toneladas. Tementre 8 a 10 dentes em cada maxilar. Esse belo exemplar de animal é capaz de conviver com humanos e mesmo assimilar seus hábitos se adotado ainda filhote.

As orcas e os ursos polares caçam baleias beluga adultas e filhotes.
A baleia-branca ou beluga foi descrita pela primeira vez pelo zoólogo Peter Simon Pallas em 1776. É considerada um membro da família taxonômica Monodontidae, junto com o narval. O seu ancestral mais antigo conhecido é a hoje extinta Denebola brachycephala, do final do Mioceno. Um único fóssil dessa espécie foi encontrado na península da Baixa Califórnia, indicando que esta família antes habitava águas mais quentes. O esqueleto indicou também que o tamanho das belugas variava conforme o tamanho da crosta de gelo do planeta—aumentando durante as eras glaciais, e diminuindo nos períodos seguintes.


Alimentação

Eles comem polvo, lulas, caranguejos, camarões, moluscos, caramujos, sandworms e peixes como capelim, bacalhau, arenque, dourada e linguado.

Reprodução
As baleias beluga Masculino se tornam sexualmente maduros em aproximadamente oito a nove anos de idade, e fêmeas em cerca de 4-7 anos.
Um único macho dominante podem copular com várias fêmeas.
Reprodução geralmente ocorre em março e maio, cerca de 10 meses após acontece o parto e vão para As baleias-beluga raça e pequenas baías e estuários.

Ameaças

O Livro Vermelho das Espécies Ameaçadas considera tanto o nome baleia branca como beluga como nomes desta espécie. Esta baleia também é chamada canário do mar (em inglês, sea canary) por causa de seus assobios e cantos.

Distribuição Geográfica e Habitat

A baleia branca habita as águas frias em torno do círculo polar ártico. As baleias beluga são inteiramente árticas e subárticas. Eles habitam o Oceano Ártico e seus mares adjacentes, incluindo o Mar de Okhotsk, Mar de Bering, no Golfo do Alasca, o Mar de Beaufort, baía de Baffin, Hudson Bay, e no Golfo de St. Lawrence.


Morsa

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Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe:
Mammalia
Ordem: Carnivora
Família: Odobenidae
Género:
Odobenus
Espécie: O. rosmanus
Nome científico: Odobenus rosmanus


Descrição
A morsa é um animal que vive nas águas do Ártico. Pode medir até 4 metros de comprimento. Seu peso pode ultrapassar uma tonelada (as maiores passam da 1,6 toneladas).

As morsas possuem uma pele enrugada e áspera que vai se tornando cada vez mais espessa ao longo de sua vida (15 a 30 anos), sem orelhas externas Um saco no pescoço ajuda o animal a boiar Sem unhas ou garras nas patas dianteiras. Para nadar usam a nadadeira caudal. Deslocam-se mal em terra, utilizando as nadadeiras anteriores e andando quase aos saltos. Seu focinho tem um sólido bigode e dois enormes caninos ou presas que podem chegar a 1 metro de comprimento. As presas são usadas para arrancar moluscos e caranguejos do fundo do mar desgastando-se ao longo dos anos. As morsas são caçadas pelo marfim dessas presas.

A morsa é um animal pacífico e sociável. No inverno, bandos separados por sexos, migram para o Sul montados em "icebergs".

Reprodução
A morsa é polígama e reproduz-se uma vez por ano; na época do acasalamento, ocorrem lutas entre os machos. Após 11 meses, nasce um filhote que a fêmea defende e alimenta com dedicação. Esse filhote levará cinco anos para tornar-se adulto.

Ameaças
A morsa já foi um animal importante para os esquimós; hoje ela é severamente protegida da caça predatória.
O faro agudo de uma sentinela avisa quando há inimigos, geralmente o homem ou a baleia assassina.

Distribuição geográfica e habitat
As morsas vivem nas águas do Ártico.


Lobo-marinho

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Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnivora
Superfamília: Pinnipedia
Família: Phocidae
Género: Monachus
Espécie: M. monachus
Nome científico: Monachus monachus

Outros nomes
: Foca-monge-do-mediterrâneo

Distribuição
Em Portugal, o lobo marinho está limitado a uma zona nas Ilhas Desertas, no arquipélago da Madeira. Esta espécie, conhecida por foca-monge, existe ainda em pequeno número na Costa Africana e em vários territórios no Mediterrâneo, principalmente na costa grega. Na Madeira, esta espécie era, noutros tempos, muito frequentemente encontrada.

Na altura em que as ilhas do arquipélago foram colonizadas pelos portugueses, um dos pontos onde se podia encontrar grande quantidade destes animais era a atual Vila de Câmara de Lobos, que deve a esse fato o seu nome.


Poucos animais

A caça permanente, durante muitos anos, foi o motivo de estes animais quase terem desaparecido.
No final do século passado, esta colónia estava em declínio acentuado. Entretanto, a intervenção e a protecção a que foi sujeita levou a que, nos últimos anos, o número de indivíduos tenha aumentado, levando a um cenário bem mais animador.

Não obstante continue a ser necessário monitorizar e acompanhar este grupo, para que o trabalho arduamente desenvolvido por alguns não seja perdido a qualquer momento, e para que esta espécie se mantenha observável em território nacional.


Neste momento, o grupo conta já cerca de 25 animais, ao passo que, no momento em que foi protegido, não atingia os 10 elementos.
A soma de todos os animais desta espécie, a viver em estado selvagem, nas colónias existentes e monitorizadas, já não deve atingir os 500 animais.

Tamanho e peso

Uma foca desta espécie, pode atingir os 3,5 metros e pesar mais de 300 quilos.


Esperança de vida

Os lobos marinhos, a viver em liberdade, podem ter uma esperança de vida que rondará os 30 anos.

Baleia-de-bico-de-garrafa

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Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Cetacea
Subordem: Odontoceti
Família: Ziphidae
Género: Hyperoodon
Espécie: H. ampullatus

Nome científico:
Hyperoodon ampullatus

Outros nomes
: Botinhoso

Distribuição
As baleias-de-bico-de-garrafa podem ser encontradas principalmente nas zonas de águas profundas do Atlântico Norte, embora se registem avistamentos ocasionais até à latitude das ilhas de Cabo Verde.
Apesar de não haver garantias, está a ser estudada a possibilidade de haver grupos residentes destes animais em redor das ilhas do Açores e não estarem de passagem, como até agora se pensava, o que alteraria significativamente o que se sabe sobre os hábitos destes animais.

Alimentação

A base da alimentação destas baleias são os cefalópodes, principalmente lulas e chocos, e ocasionalmente peixes.


Estado de conservação

Até meados dos anos 90, a espécie foi considerada vulnerável. Neste momento, contudo, o seu estado de conservação é pouco preocupante, dado nos últimos anos se ter sentido um pequeno, mas seguro, aumento do número destes animais.


Gestação e maturidade sexual

A maturidade sexual desta espécie acontece após os 7 anos para as fêmeas, e mais 2 ou 3 anos para os machos.
O tempo de gestação nesta espécie é de cerca de um ano, findo o qual nasce quase sempre apenas uma cria.

Tamanho

Os machos desta espécie podem atingir os 9,5 metros e pesar até 7 toneladas, e as fêmeas os 8,5 metros e as 5 toneladas.


Longevidade

Estimada em 40 anos.

Baleia-azul

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Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Cetacea
Subordem: Mysticeti
Família: Balaenopteridae
Género: Balaenoptera
Espécie: B. musculus
Nome científico: Balaenoptera musculus


Distribuição
A baleia-azul pode ser encontrada em todos os oceanos do planeta, embora faça migrações sazonais para fugir a águas mais quentes, já que a sua preferência vai para as águas mais frias e ricas em alimento.


Alimentação

A base da alimentação da baleia-azul é o Krill, pequeno crustáceo parecido com o camarão com poucos centímetros de comprimento. Uma baleia adulta desta espécie pode ingerir mais de 3 toneladas deste alimento por dia.


Estado de conservação

Em perigo. Estima-se que possam haver no máximo 6000 destes mamíferos na globalidade do planeta.
A causa destes números tão baixos foi a caça que lhe foi movida a partir da segunda metade do século XIX e até aos anos 60 do século XX. Durante este período podem ter sido caçadas 350.000 baleias-azuis. Neste momento a espécie é protegida e proibida a sua caça por quase todos os países do mundo.

Gestação e maturidade sexual

As baleias-azuis atingem a maturidade sexual por volta dos 7/8 anos.


Reprodução

A gestação destes animais dura cerca de 12 meses, findos os quais nasce uma cria com 7 ou 8 metros e mais de 2 toneladas.


Tamanho

O tamanho máximo encontrado foi de cerca de 33 metros, sendo que a grande maioria ronda os 25/30 e podem pesar até 130.000 kg . São os maiores e mais pesados animais da terra.


Longevidade

Estimada em 80 ou 90 anos

Foca-de-crista

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Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnivora
Família: Phocidae
Género: Cystophora

Espécie:
C. cristata

Nome científico: Cystophora cristata


Distribuição
Estes animais habitam as terras geladas e as águas frias em torno do Círculo Polar Ártico, com grades comunidades no Canadá, Alasca, Labrador, Rússia e Gronelândia. Podem ainda ser encontradas com alguma frequência nas costas da Islândia.

Ocasionalmente, fazem migrações pelo Oceano Atlântico em grupos familiares. Com alguma frequência são referenciados alguns avistamentos de animais desta espécie perto das ilhas portuguesas dos Açores e Madeira, ou ainda nas águas cálidas das Caraíbas.
Por vezes, aparecem animais feridos, demasiados fracos ou demasiado jovens para seguirem viagem, em praias europeias com costa atlântica. A grande maioria é recolhida, tratada e enviada de volta à liberdade em zonas onde haja comunidades de animais desta espécie.

Alimentação
A base da alimentação das focas-de-crista consiste em peixes, crustáceos, e cefalópodes.
Estes animais são conhecidos por fazerem mergulhos longos e prolongados em busca de alimento, estimando-se que possam ir até aos 1000 metros de profundidade e possam suster a respiração por cerca de 50 minutos.

Estado de conservação
Apesar de serem caçadas em alguns locais para lhes ser retirada a pele, estima-se que existam cerca de 650.000 animais desta espécie, número que se tem mantido constante, pelo que o seu estatuto é considerado seguro.

Gestação e maturidade sexual
A maturidade sexual destes animais acontece, para as fêmeas, por volta dos 3 a 6 anos, enquanto nos machos acontece entre os 5 e os 7 anos. Este factor está relacionado com o seu peso, sendo de cerca de 75 kg para os machos, e 50 kg para as fêmeas, costumando estes pesos ser atingidos dentro dos parâmetros temporais apresentados em cima.

Reprodução
A gestação das focas dura no máximo 11,5 meses, podendo não ir além dos 8,5 meses. Nasce quase sempre apenas uma cria, os partos múltiplos são muito raros.

Tamanho
Os machos desta espécie atingem os 3,0 metros e podem pesar 400 kg, e as fêmeas raramente ultrapassam os 2,4 metros e os 220 kg

Longevidade
A esperança de vida destes animais é de 35 anos, em liberdade, sendo que em cativeiro podem viver durante mais algum tempo.

Golfinho comum

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Reino: Animalia
Filo:
Chordata
Classe:
Mammalia
Ordem:
Cetacea
Subordem:
Odontoceti
Família:
Delphinidae
Género:
Tursiops
Espécie:
T. truncatus

Nome científico:
Tursiops truncatus

Outros nomes
: Roaz-corvineiro, golfinho-roaz ou golfinho-nariz-de-garrafa

Em portugal continental
Ao longo da Costa Portuguesa, é possível encontrar algumas espécies destes animais com alguma facilidade. No entanto, a única colónia permanente que existe é unicamente composta por Roazes-Corvineiros, e vive no estuário do Sado.
Este grupo, composto por cerca de 40 elementos, começa a sentir algumas dificuldades de sobrevivência, já que grande número de crias não consegue sobreviver para além das primeiras semanas. Julga-se que o principal factor desta grande mortalidade de juniores é o elevado nível de poluição do rio Sado.
Os insecticidas utilizados na agricultura podem também ser a causa destas mortes. Esta colónia é monitorizada em permanência, pelo que se espera, a longo prazo, maior colaboração e bons resultados deste trabalho.
O Tejo também já teve a sua colónia, mas em meados dos anos sessenta do sec. XX esses animais deixaram o rio definitivamente, devido ao elevado grau de poluição que, então, foi atingido. Por vezes, aparecem fugazmente nas águas do rio, principalmente na foz, mas nunca estabeleceram nova colónia.Em 1998, um grupo de cerca de 30 golfinhos, incluindo alguns juniores, subiu até ao Mar da Palha, tendo sido, nessa altura, motivo de espanto para quem os viu e ouviu.


No Brasil

No Brasil podem ser encontrados ao longo de toda a costa até ao extremo Sul do país.


Alimentação

Os golfinhos em geral alimentam-se de peixes, pequenos cefalópodes e crustáceos.


Gestação

A gestação desta espécie dura cerca de 12 meses, findo os quais nasce uma cria que mede em média cerca de 1 metro.


Tamano, peso e esperança de vida

Um golfinho desta espécie pode atingir os 4 m, pesar 250 kg e viver cerca de 40 anos.

Distribuição Geográfica
Os golfinhos-comuns podem ser encontrados em todos os mares temperados do mundo, parecendo só evitar as frias águas mais perto do polos.


Cachalote

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Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Cetacea
Subordem: Odontoceti
Família: Physeteridae
Gênero: Physeter
Espécie: P. catodon
Nome científico: Physeter catodon


Alimentação A base da alimentação destas baleias são os cefalópodes, principalmente lulas, polvos e chocos, e ocasionalmente peixes.

Estado de conservação
Está, desde meados dos anos 90, em estado considerado vulnerável.


Gestação e maturidade sexual

A gestação nos animais desta espécie dura cerca de 540 dias, 18 meses, findos os quais nasce uma cria.


Tamanho

Os cachalotes macho podem atingir os 18 a 20 metros e pesar até 70 toneladas, as fêmeas raramente ultrapassam os 12 metros e podem pesar até 40 toneladas.


Longevidade

Os animais desta espécie podem viver até perto dos 80 anos.

Distribuição
Os cachalotes podem ser encontrados em todos os oceanos do mundo, evitando contudo as águas mais frias, junto dos círculos polares.
Prefere águas profundas e límpidas, já que nos seus mergulhos em busca de comida gosta de descer a grandes profundidades por longos períodos.


Distribuição em azul.

Narval

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Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Cetacea
Subordem: Odontoceti
Família: Monodontidae
Género: Monodon
Espécie: M. monoceros
Nome científico: Monodon monoceros

Outros Nomes
: Baleia-unicórnio

Alimentação
A base da dieta do narval são peixes e cefalópodes, que procura em águas muito profundas, já que estes animais atingem com muita facilidade profundidades superiores a 1000 metros.


Estado de conservação
Não existem dados concretos para se classificar o seu estado de conservação, estando contudo a ser feito um levantamento do número de animais para classificar rapidamente esta espécie, como forma de a proteger, se for caso disso.


Gestação e maturidade sexual

A maturidade sexual do narval ocorre entre os 48 e os 72 meses, para ambos os sexos.
A gestação desta espécie dura em média 13 meses, podendo ir até aos 15, findos os quais nasce normalmente apenas um cria. Porém, não é raro ocorrer uma gravidez múltipla e nascerem dois bebés.

Tamanho

Os narvais medem entre 4,00 e 4,80 metros, sendo as fêmeas geralmente um pouco mais pequenas que os machos. O chifre dos machos, em espiral, pode atingir metade do comprimento total do animal, e em média em 2/1000 casos existem 2 chifres.
Um macho desta espécie pode atingir, em adulto, os 1600 kg. Já as fêmeas raramente ultrapassam os 1200 kg.

Longevidade

Estima-se que a esperança de vida desta espécie seja superior a 50 anos.

Distribuição
O narval só habita as águas frias junto ao Círculo Polar Ártico, acima dos 70º Norte de latitude, ou seja, a Norte da Islândia. Ocasionalmente, foram registadas presenças destes animais noutros pontos da costa europeia, e mesmo no Mar Mediterrâneo, mas ao contrário do que é habitual, eram animais solitários, provavelmente perdidos, já que normalmente vivem em grupos que têm entre 5 e 10 elementos.





Orca

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Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Cetacea
Subordem: Odontoceti
Família: Delphinidae
Género: Orcinus
Espécie: O. orca
Nome científico: Orcinus orca

Outros nomes:
Baleia-assassina, apesar de pertencer à família dos golfinhos.

Distribuição
As orcas podem ser encontradas em todos os oceanos do planeta e também em muitos mares mais pequenos, como o Mediterrâneo, onde esta espécie costuma fazer investidas até às Ilhas Baleares.
No entanto, evitam as águas mais cálidas das proximidades da linha do equador e aparecem com menor frequência no Oceano Pacífico. Demonstram gostar bastante mais dos mares frios junto aos círculos polares ártico e do antártico. No que respeita à distribuição pelo planeta é, curiosamente, a segunda espécie animal, logo a seguir ao Homem.

Alimentação

A base da dieta das orcas são as focas. No entanto, demonstram não ser esquisitas com o que comem, e apanham aves, tartarugas, peixes de todos os tamanhos, incluindo alguns tubarões, moluscos e cefalópodes. Ocasionalmente, atacam algumas espécie de baleia, e daí advém o seu nome de guerra, «assassina de baleias», que depois foi alterado popularmente para «baleia assassina».
Quando adultos, estes animais podem ter de encontrar entre 200/250 quilos de alimentos por dia cada um.

Estado de conservação

O estado de conservação desta espécie é quase ameaçada, pensando-se existirem cerca de 100.000 animais espalhados por todos os mares do mundo. O número de orcas sofreu uma redução alarmante nos últimos anos, pelo que comunidade cientifica está atenta e preocupada e a tentar combater as causas deste decréscimo acentuado, que são a caça, o desaparecimento de alimento em quantidade e a poluição.


Gestação e maturidade sexual

As fêmeas atingem a maturidade sexual após os 8 anos, embora a primeira cria surja muitos anos depois. Os machos atingem essa maturidade muito mais tarde, por volta dos 15 anos.
Estas diferenças podem estar relacionados com o facto de os grupos de orcas serem sociedades marcadamente matriarcais e familiares, onde as fêmeas desempenham papel preponderante durante toda a sua vida. Estes grupos familiares podem ter constituições diferentes, dependendo até da zona do planeta onde vive o grupo. Contudo, podem juntar de 12 a 50 animais, e em cada zona os grupos são mais ou menos semelhantes. A gestação nesta espécie dura em média doze meses, embora aconteça demorar mais um pouco em algumas fêmeas. Findo esse tempo, nasce apenas uma cria, com cerca de 2,5 metros e que pode pesar quase duas centenas de quilos.

Tamanho

Os machos desta espécie, apesar da sua menor importância no grupo, são significativamente maiores e mais pesados que as fêmeas, podendo atingir os 9,5 metros e pesar cerca de 7500 kg, já elas dificilmente ultrapassam os 8,5 metros e os 5000 kg.


Longevidade

Dada a grande distribuição desta espécie pelo planeta, a esperança de vida destes animais varia muito, dependendo da zona onde encontra. Pensa-se que os machos possam viver entre 40 a 50 anos e as fêmeas até aos 90.

Leão Marinho

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Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnívora
Família: Pinnipedia
Género: Otaria
Espécie: O. byronia
Nome científico: Otaria byronia
Nome em inglês: Southern sea Lion ou South American sea Lion.


Descrição
Os machos chegam a medir 2,40m de comprimento e pesar em média 350kg, enquanto as fêmeas podem alcançar 1,80m e pesar cerca de 150kg. Podem viver aproximadamente 30 anos, podendo ultrapassar essa idade em cativeiro.

É o único membro do género Otaria. Seu nome científico foi objeto de controvérsia, com alguns taxonomistas referindo a ele como Otaria flavescens e outros referindo a ele como byronia Otaria. O primeiro finalmente venceu.

Localmente, é conhecido por vários nomes, embora as mais comuns são "Lobo Marinho" (lobo do mar) e "Leão Marinho" (leão-marinho).
O leão-marinho sul-americano é, talvez, o leão-marinho arquetípica na aparência. Os machos têm uma cabeça muito grande, com uma juba bem desenvolvido

Alimentação

Alimentam-se principalmente de peixes, crustáceos, cefalópodes (polvo e lula), aves (incluindo pingüins) e até mesmo lobos marinhos jovens. Desenvolveram a estratégia de caçar em grupo, o que aumenta a chance de captura dos peixes.

No Zoológico de São Paulo existem leões-marinhos, que são treinados para facilitar seu manejo. Sua dieta é composta por sardinha, merluza, pescada, manjuba e corvina, sendo que os machos adultos consomem diariamente 14kg e fêmeas 9kg.

Reprodução
O acasalamento ocorre entre agosto e dezembro, e os filhotes nascem entre dezembro e fevereiro. Os grupos de reprodução podem ser compostos por até 18 fêmeas com um ou vários machos. Os machos mantém as fêmeas em seus territórios e impedem que eles saiam até o acasalamento.

O número de brigas entre os machos depende do número de fêmeas no cio.
As mães leão-marinho tem uma rotina de fazer viagens de volta ao mar para a alimentação e voltar para dar de mamar os filhotes.

Filhotes entram pela primeira vez na água a cerca de 4 semanas e são desmamados com cerca de 12 meses. Isto é normalmente quando a mãe dá a luz a um filhote novo.
Os filhotes nascem com aproximadamente 12 kg e permanecem durante um ano ao lado da mãe.

Distribuição Geográfica e Habitat

Animais muito carismáticos e inteligentes, os leões marinhos podem ser encontrados desde o litoral sul do Brasil, Uruguai, Argentina e Chile, até as praias rochosas do Peru, incluindo as ilhas que ocorrem no meio deste percurso.

Mesmo com machos se distanciando bastante das colônias após a época do acasalamento, não são considerados animais migratórios.